Iniciei o meu percurso na ainda Escola Superior de Enfermagem de São Vicente de Paulo (ESESVP), em 2006, já integrada na Universidade Católica Portuguesa (UCP), terminando-o em 2011, na altura no polo de Sintra.
Foi um percurso de extrema exigência, que me permitiu, nos quatro anos da licenciatura, adquirir e desenvolver competências teóricas e técnicas essenciais para o cuidar integral da pessoa, inclusive em ambientes de alta performance, como é característico dos hospitais e, mais especificamente, do contexto desportivo. Esta exigência permitiu-me estar e ser competente em ambientes de elevada exigência, como os cuidados intensivos ou mesmo o Campeonato da Europa de Sub-17 de 2025, onde acabámos por sair vencedores.
Ser Enfermeiro, em qualquer que seja a área de intervenção, é de uma relevância incalculável, pois os seus ganhos em saúde para a pessoa (atleta), família e comunidade são gigantes e inequívocos.
Apenas com bons alicerces, independentemente do restante percurso académico e/ou profissional, se poderá desempenhar uma intervenção assertiva e eficiente em Enfermagem — e o papel da ESESVP / UCP foi, sem dúvida, fundamental para o meu percurso até ao momento.